
Algumas pessoas acreditam que felicidade e trabalho não tem qualquer relação.
Outros ainda acreditam que são até coisas contraditórias e pensam que feliz é quem não trabalha.
Uma vez li em uma frase em uma camiseta que estava sendo vendida no camelô no centro da cidade e que expressa bem a perspectiva acima:
“O trabalho não é ruim. Ruim é ter que trabalhar” (Anônimo)
De fato quando encararmos o trabalho apenas do ponto de vista da riqueza material que ele é capaz de gerar, estaremos vendo apenas uma parte muito limitada e egoísta do nosso trabalho, estaremos olhando apenas a parte da geração do PIB (Produto Interno Bruto) que utilizamos para suprir as necessidades e alguns luxos da nossa pequena tribo.
Quando olhamos só a parte do PIB temos esta percepção de que “ter” que trabalhar é ruim.
Mas se ao invés disso, percebermos o nosso trabalho como uma missão, como uma contribuição que podemos dar para o Mundo a partir dos nossos talentos únicos e utilizando as nossas paixões, então o trabalho passa a ser um dos fatores que contribui para aumentar nosso nível de felicidade, ou seja, ele contribui para nossa Felicidade Interna Bruta (FIB) e para a dos outros ao nosso redor.
O conceito de FIB surgiu em 1972 em um pequeno país do oriente chamado Butão, que resolveu criar um índice para medir não apenas o valor econômico mas também outros valores e fatores que influenciam na felicidade do seu povo.
Desde então, este tema tem despertado interesse em todo o Mundo e muitas pessoas tem pesquisado sobre o assunto para aplica-los em seus países, corporações, etc.
O nosso objetivo aqui neste fórum no entanto é bem mais modesto.
Não estamos querendo entender como medir ou aumentar o nível de felicidade de toda população de um país.
O objetivo aqui é apenas descobrir o que nos faz sentir mais felizes individualmente.
Cada um deve procurar medir o seu próprio FIB a partir dos seus próprios valores.
O que te faz feliz não necessariamente é igual ao que faz feliz o seu vizinho ou o seu colega de trabalho. Assim como a inflação genérica medida pelo IPCA ou IGPM não reflete exatamente a perda do seu poder aquisitivo, já que não considera no cálculo exatamente os produtos que você consome.
Quando souber o que te faz feliz e porque, pode então, simplesmente escolher fazer mais do que te deixa mais feliz e menos do que nos deixa menos feliz.
Por isto, antes de reclamar que o seu PIB está baixo, olhe para dentro e investigue um pouco mais sobre você mesmo para descobrir quais são os seus reais desejos, aqueles que te movem na direção dos seus sonhos e que fazem o seu coração vibrar.
Muitas vezes, e isto já foi comprovado por diversas pesquisas nesta área, não precisamos de tanto PIB para aumentar o nosso FIB.
Acho que o PIB até contribui para o FIB, mas de que vale o PIB sozinho sem o FIB ?
Algumas pessoas acreditam que felicidade e trabalho não tem qualquer relação.
Outros ainda acreditam que são até coisas contraditórias e pensam que feliz é quem não trabalha.
Uma vez li em uma frase em uma camiseta que estava sendo vendida no camelô no centro da cidade e que expressa bem a perspectiva acima:
“O trabalho não é ruim. Ruim é ter que trabalhar” (Anônimo)
De fato quando encararmos o trabalho apenas do ponto de vista da riqueza material que ele é capaz de gerar, estaremos vendo apenas uma parte muito limitada e egoísta do nosso trabalho, estaremos olhando apenas a parte da geração do PIB (Produto Interno Bruto) que utilizamos para suprir as necessidades e alguns luxos da nossa pequena tribo.
Quando olhamos só a parte do PIB temos esta percepção de que “ter” que trabalhar é ruim.
Mas se ao invés disso, percebermos o nosso trabalho como uma missão, como uma contribuição que podemos dar para o Mundo a partir dos nossos talentos únicos e utilizando as nossas paixões, então o trabalho passa a ser um dos fatores que contribui para aumentar nosso nível de felicidade, ou seja, ele contribui para nossa Felicidade Interna Bruta (FIB) e para a dos outros ao nosso redor.
O conceito de FIB surgiu em 1972 em um pequeno país do oriente chamado Butão, que resolveu criar um índice para medir não apenas o valor econômico mas também outros valores e fatores que influenciam na felicidade do seu povo.
Desde então, este tema tem despertado interesse em todo o Mundo e muitas pessoas tem pesquisado sobre o assunto para aplica-los em seus países, corporações, etc.
O nosso objetivo aqui neste fórum no entanto é bem mais modesto.
Não estamos querendo entender como medir ou aumentar o nível de felicidade de toda população de um país.
O objetivo aqui é apenas descobrir o que nos faz sentir mais felizes individualmente.
Cada um deve procurar medir o seu próprio FIB a partir dos seus próprios valores.
O que te faz feliz não necessariamente é igual ao que faz feliz o seu vizinho ou o seu colega de trabalho. Assim como a inflação genérica medida pelo IPCA ou IGPM não reflete exatamente a perda do seu poder aquisitivo, já que não considera no cálculo exatamente os produtos que você consome.
Quando souber o que te faz feliz e porque, pode então, simplesmente escolher fazer mais do que te deixa mais feliz e menos do que nos deixa menos feliz.
Por isto, antes de reclamar que o seu PIB está baixo, olhe para dentro e investigue um pouco mais sobre você mesmo para descobrir quais são os seus reais desejos, aqueles que te movem na direção dos seus sonhos e que fazem o seu coração vibrar.
Muitas vezes, e isto já foi comprovado por diversas pesquisas nesta área, não precisamos de tanto PIB para aumentar o nosso FIB.
Acho que o PIB até contribui para o FIB, mas de que vale o PIB sozinho sem o FIB ?
